Dados da Secretaria de Estado da Saúde apontam que 56,9% dos municípios do Paraná têm entre médio e alto risco de enfrentar uma epidemia de dengue. De acordo com o órgão, despreparo e falta de cuidados são os fatores predominantes para a alta incidência da doença.
O alerta também inclui outros estados brasileiros. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil registrou no primeiro trimestre deste ano, 254.734 notificações de dengue clássica, disseminadas em 4.007 municípios infestados. No Paraná, dentre as cidades, Londrina é a que concentra o maior número de casos confirmados (7.378). Já em Curitiba, o mapa da dengue (www.mapadadengue.com.br), publicado neste mês, mostra mais de 40 locais na capital que apresentam níveis de emergência, urgência e alto grau para proliferação do mosquito.
Diante desse quadro, medidas preventivas são fundamentais para a diminuição da incidência da doença. No mês de setembro, devido ao maior volume de chuvas, os cuidados com ações de prevenção devem ser redobrados, é o que alerta Adriana Piemonteze, da Biotrat - Controle de Pragas, uma das empresas do Grupo PoliService. Segundo a profissional, para combater o mosquito é necessária a eliminação dos criadouros.
Veja algumas recomendações:
- Vedar bem os reservatórios de água com tampas adequadas.
- Fazer a desinfecção periodicamente dos reservatórios de água, o ideal é que seja feita a cada seis meses.
- Cuidado com o lixo. Mantenha-o sempre bem fechado.
- Não deixar expostos objetos que acumulem água, exemplos: potes, latas, copos, garrafas vazias, tampinhas de garrafas, etc. Fure e jogue-os no lixo Reciclável.
- Cuidado com os pratinhos dos vasos de plantas, mantenha-os limpos e com areia evitando o acumulo de água.
- Não deixe acumular água da chuva na laje.
- Manter as calhas limpas, evitando que acumule folhas obstruindo a passagem de água.
- Remover recipientes cumulativos de água parada
- Manter o quintal limpo, sem acúmulo de entulhos. O lixo é apontado como o principal inimigo para o combate da doença.






